Pistonix começa
Marca registrada, domínio comprado, repositório criado. Stack definida (Rust + Embassy no firmware da ECU, ESP-IDF + LVGL no dashboard, Tauri 2 no desktop, Flutter no mobile). Foco comercial Twin Cam.
Hoje é o dia oficial. Pistonix sai do guardanapo e vira projeto.
O nome
Vinha rodando “Genesis” como placeholder por umas semanas. Não cola —
nome de carro, nome de console, nome genérico. Pistonix tem som,
ergonomia gráfica boa, conecta com piston/V-twin sem ficar literal.
Domínio pistonix.com.br registrado. Handles @pistonix travados em
Instagram, X, TikTok, GitHub. Logotipo inicial gerado, vai evoluir.
A tese
Mercado de tuning aftermarket Harley/V-twin tem dois extremos mal cobertos. De um lado, ECMs originais flasheadas (Power Vision, Vance & Hines, TTS) — limitadas pelo que o vendor deixou. Do outro, ECUs genéricas (FuelTech, Haltech, Link, MoTeC) — feitas pra carro, V-twin é cidadão de segunda.
Pistonix ocupa o gap: hardware proprietário pensado pra Harley desde o primeiro pino, basemaps curados, suporte em português, ancorado numa comunidade real (Milwaukee Garage Drag Racing).
A stack
- Firmware ECU: Rust + Embassy em STM32F767/H7. Memory safety automático em código safety-critical. Solo dev = compilador faz parte do code review.
- Dashboard: ESP-IDF + LVGL em ESP32-S3. Boot < 1s, gauges em hardware.
- Desktop tuner: Tauri 2 com backend Rust (mesma stack do firmware, comportamento idêntico bench-side e on-target).
- Mobile: Flutter (iOS + Android). BLE.
- Cloud: Hono + Postgres na nossa VPS.
Roadmap
7 fases. Fase 0-1 é setup e firmware básico em bancada. Fase 7 é a primeira venda comercial do Pistonix Forge para Twin Cam 2004-2016 — plataforma piloto, maior volume instalado no Brasil. Sportster, Evolution e Shovelhead entram em ondas seguintes.
Vamos começar. 🇧🇷